Esse artigo mostra de forma simples as vantagens de usar o GNU/Linux.
As vantagens mais conhecidas são ser grátis e de código fonte aberto. Além dessas, enumero outras que nem todos conhecem e que podem pesar bastante na hora de escolher sua plataforma.
Live-CD/Live-Pendrive – Um dos diferenciais mais marcantes do GNU/Linux é o uso do Live. Com o Live-CD ou o Live-Pendrive, você dá “vida própria” à sua máquina. Não é preciso instalar o sistema operacional para que ela funcione. Dessa forma, você poderá baixar e testar várias distribuições até que encontre aquela que melhor se adapte ao seu perfil.
Não fique parado aguardando a instalação – Tendo provado e aprovado a distribuição, você certamente vai querer usufruir dos benefícios oferecidos e resolvendo instalar o sistema operacional em seu computador, perceberá que diferentemente dos outros, é possível iniciar a instalação e simultaneamente, continuar a utilizar sua máquina, sem necessidade de parar suas atividades.
Facilidade de uso – A interface é amigável e tanto os usuários novos quanto os que já utilizam outros sistemas operacionais não tem dificuldades em reconhecer ícones e menus apresentados, adaptando-se rapidamente. A instalação de softwares fica bastante facilitada pois o reconhecimento dos drivers é quase sempre automático.
Uso democrático – Máquinas mais antigas não são consideradas obsoletas. O desenvolvimento de novos aplicativos que atendam as restrições de equipamentos que não sejam de última geração, aumenta a vida útil do computador.
Possibilidade de escolher a interface gráfica – No mundo do GNU/Linux, existem vários ambientes gráficos. Cada um tem um propósito, os mais conhecidos são o KDE, Gnome e XFCE.
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Essa interface gráfica visa a utilização do Linux em computadores mais antigos e com pouco hardware, assim como o Gnome ela é simples e rápida. |
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Quer conhecer outras interfaces gráficas?
Basta navegar na internet para poder descobrir e conhecer melhor cada uma delas. Vale a pena essa pesquisa! O que não falta é opção. |
Repositórios – São locais onde encontramos uma lista de programas desenvolvidos para GNU/Linux. Esses programas estão garantidos pelos responsáveis pela distribuição, ou seja, se ele está na lista, quer dizer que o programa é confiável para instalação. Existem softwares gerenciadores, específicos para facilitar a instalação, como por exemplo a Central de programas do Ubuntu, Synaptic ou o MCC (Mandriva Control Center – Central de Controle do Mandriva), assim, basta selecionar o programa em uma lista e marcar para que seja instalado.
Vírus, trojans, malwares e outras pragas – Antes que alguém pergunte se existe algum desses males para GNU/Linux, a resposta é SIM, porém, é mais difícil ser infectado devido à sua configuração de segurança e acesso.
Segurança – O GNU/Linux por natureza é um Sistema Operacional seguro mas não podemos esquecer que ainda não inventaram um Sistema anti-usuário, ou seja, aquele que prevê e impede todas as possíveis besteiras que nós usuários possamos fazer quando estamos num dia de azar ou no mundo da lua. Então, onde está a segurança? No Linux, o próprio Kernel já tem um firewall, mas você pode instalar outras ferramentas de segurança e claro, anti-vírus também. Porque não?
Seja pelo visual, pela facilidade de uso ou possibilidade de aplicação em CPU’s mais antigas, o GNU/Linux com certeza vai te agradar.
Você pode começar a testar algumas distribuições GNU/Linux como o Ubuntu (http://www.ubuntu.com/), Mandriva (www2.mandriva.com/pt/) Ou ainda acessar esse site www.zegeniestudios.net/ldc/index.php?select_lang=true para descobrir qual distribuição se encaixa a seu perfil.
Leia a segunda parte em O que se precisa saber antes de usar o GNU/Linux.









Gostaria de parabenizar ao autor desta matéria e ao site Software Livre Rio de janeiro pela excelência nas informações fornecidas.
Sou frequentador assíduo e me mantenho informado dos eventos e noticias em geral do mundo Open Source pelo site.
Seria muito bom a titulo de conhecimento se pudermos futuramente ter uma complementação desta matéria mencionando as demais interfaces gráficas disponíveis no mundo GNU/Linux e abordagem como a utilização do Compiz para personalização do ambiente gráfico.
Um grande abraço.
André, essa matéria tem uma segunda parte e irei publicar em breve. Essa matéria aborda algumas dicas sobre o GNU/Linux.
Vou tentar focar o máximo dos meus posts para o usuário final.
Atenciosamente,
Cálcio
Gostei MUITO do seu post. Vou criar um link na minha página para ele, viu? Sou educadora, usuária final do GNU/LINUX e tenho muita dificuldade em utilizar o terminal, por exemplo. A documentação existente é muito extensa mas o fato é que a linguagem em que ela é escrita nem sempre é acessível ao usuário final. Dessa forma, ainda há muita resistência no uso, vejo isso diariamente. Sou educadora, trabalho no Laboratório de Informática da minha escola, com Linux Educacional. Toda a formação que ofereço é voltada para as potencialidades de uso do Linux mas a resistência é grande. Tenho um projeto de reescritura dos principais tutoriais para uma linguagem mais beabá para os iniciantes, pretendo lançá-lo no Latinoware. Vou precisar de ajuda, viu?
Abraços
Graças a Deus, faz dois anos que utilizo Linux no meu computador pessoal. Ótimo artigo. Pesquisando na internet encontrei as distribuições perfeitas para mim: ubuntu e fedora.
Agradeço os comentários, fico feliz em saber que o artivo cujo o objetivo era atingir usuários leigos foi cumprido.
É muito importante divulgar esses conteúdos para que possamos atingir o maior número de usuários possível.
Leia a segunda parte em O que se precisa saber antes de usar o GNU/Linux.